A falta de vitamina C pode mostrar-se nas gengivas

A falta de vitamina C pode mostrar-se nas gengivas

As condições patológicas do tecido das gengivas podem ter muitas causas, mas não esqueça levar em consideração a má nutrição. A quantidade inadequada de vitamina C pode promover gengivas sangrantes que, se não forem tratadas, podem evoluir a uma gengivite. A vitamina C também ajuda que o organismo faça a manutenção e a reparação dos ossos, os dentes e as cartilagens, além de ajudar na cicatrização das feridas.

Se você sofre de gengivas sangrantes e seu dentista descarta uma higiene dental inadequada, reavalie sua dieta. Assegure-se de consumir abundantes alimentos ricos em vitamina C. Não são difíceis de achar. As laranjas, as cenouras, as batatas-doces e os pimentões vermelhos são especialmente ricos em vitamina C. Trate de obter vitamina C de frutas e vegetais frescos, em lugar de sucos de fruta e vegetais. Além de ter alto conteúdo de açúcar, a maioria dos sucos de fruta são muito ácidos, e podem facilitar a erosão do esmalte dental. Os sucos de fruta são bons em pequenas quantidades, mas beba-os com as comidas, ou na medida do possível use um sorvete, para minimizar o contato do suco com os dentes.

A vitamina C é hidrossolúvel, o que significa que o organismo não a armazena por períodos prolongados e é necessário consumi-la todos os dias. Os suplementos multivitamínicos ou de vitamina C podem ajudar a obter o suficiente, especialmente se você estiver doente ou segue uma dieta restritiva, e tem problemas para comer variedade de frutas e vegetais. Muitas fórmulas multivitamínicas contêm vitamina C, ou ela pode ser achada em um suplemento individual. O Instituto de Medicina recomenda 90 miligramas por dia para homens maiores de 18 anos e 75 miligramas por dia para mulheres maiores de 18 anos.

Aparelho ortodôntico para crianças e sua importância para a saúde bucal do seu filho

Aparelhos ortodônticos para crianças e sua importância para a saúde bucal do seu filho

A ideia de colocar aparelho nas crianças traz lembranças dolorosas de uma ?boca de metal?? Provocações, comida presa nos bráquetes por dias a fio e os dolorosos ajustes feitos a cada poucas semanas…

Pais, podem relaxar! Graças a alguns avanços incríveis na tecnologia os aparelhos que seus filhos usarão são mais leves, mais atraentes e mais confortáveis que aqueles aparelhos antigos que você lembra. Eles até funcionam mais rápido, assim as crianças não precisam usá-los por muito tempo.

Pelo fato dos aparelhos terem se tornado mais acessíveis, são mais populares, o que significa que praticamente toda criança na escola vai usar. Variações divertidas como metal e elásticos coloridos podem até transformar o velho ?sorriso metálico? em uma moda legal.

Dependendo da severidade da mordida e do alinhamento dos dentes, algumas crianças podem optar por aparelhos transparentes, feitos de plástico ou material cerâmico da cor dos dentes. Embora os aparelhos transparentes sejam menos visíveis que os de metal, eles geralmente são mais caros e demoram mais para funcionar, então é uma troca justa.

Aparelhos podem apresentar muitos desafios e, claramente, uma das partes menos prazerosas é quando eles são apertados. A boa notícia é que os fios modernos são mais fortes e duráveis, significando menos visitas ao ortodontista para ajustes. Outro bônus: A tecnologia de aparelhos infantis evoluiu tanto que os aparelhos extra bucais dificilmente são usados.

Uma coisa não mudou: A necessidade de boa higiene bucal para evitar cárie enquanto usa aparelho.

Como evitar o mau hálito com dicas simples

Como evitar o mau hálito com dicas simples

A halitose, mais conhecida como mau hálito, é mais comum do que você imagina. Além da higiene, o organismo deve estar equilibrado e funcionando direitinho para que o problema não apareça.

Alguns hábitos simples evitam a situação e podem até nos livrar se constrangimentos. Confira quais são:

Comer de três em três horas: quando ficamos sem comer, o organismo começa a queimar gordura armazenada para obter energia. Nesse processo, compostos à base de enxofre são liberados, absorvidos pela corrente sanguínea e, por fim, expelidos pela respiração. Por isso, evite ficar muito tempo em jejum.

Beber água: além de lavar a boca e eliminar algumas bactérias, o ato estimula a salivação, que é uma ótima arma contra o mau hálito.

Priorizar alguns alimentos: as frutas cítricas (como laranja e kiwi), maçã, pepino e gengibre promovem uma limpeza bucal ainda maior.

Mascar chiclete: para quem vive um dia-a-dia corrido, o chiclete é perfeito para aquelas horas que não dá tempo de comer e nem de escovar os dentes. Mas atenção: você deve escolher um chiclete sem açúcar, que além de melhorar o hálito, também higieniza os dentes.

Escovar a língua: o ato remove 98% da massa bacteriana depositada na língua e que também é responsável por causar o mau hálito.

Se com todas essas dicas ainda parecer que você não solucionou o problema, a causa pode ser um pouco mais grave. Uma consulta com o seu dentista irá esclarecer todas as suas dúvidas e a real causa será procurada.

Compreendendo o estresse e seu efeito sobre a saúde bucal

Compreendendo o estresse e seu efeito sobre a saúde bucal

Nestes tempos de dificuldades econômicas, em que a taxa de desemprego está em seu ponto mais crítico desde a Grande Depressão de 1929, muitos americanos estão sob estresse devido à ansiedade e a problemas de ordem financeira. Não tratado, o estresse pode afetar a mente e o corpo, inclusive a saúde bucal.

O estresse é definido como uma resposta fisiológica do corpo a situações ou problemas que podem afetar negativamente a atitude ou o organismo de uma pessoa. O estresse é dividido em quatro categorias: eustresse, distresse, hipoestresse e hiperestresse.

– O eustresse é uma forma de estresse positivo. É um estresse motivador e permite que a pessoa conclua seu projeto ou trabalho.
– O distresse é um estresse negativo que afeta as pessoas através do medo, frustração e, por vezes, raiva.
– O hipostresse ocorre quando alguém não está sob estresse positivo e pode dar origem a mais problemas, produzindo tédio e desespero.
– O hiperstresse é o resultado do estresse quando alguém esforça-se em demasia para cumprir prazos.

Quando o estresse ocorre, mais pessoas são afetadas por hábitos pouco saudáveis ou negativos que podem influenciar sua saúde bucal, tais como o uso do tabaco e ou álcool, como afirmou o cirurgião-dentista Dr. David Cochran, PhD, Presidente da Academia Americana de Periodontologia e professor titular do Departamento de Periodontologia do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas em San Antonio. Os fatores de risco ? tabaco e álcool ? podem infuenciar o desenvolvimento das doenças periodontais.

Um estudo publicado no Journal of Periodontology em 2007 mostrou que o estresse interfere na higiene bucal. Cinquenta e seis por cento dos participantes do estudo afirmaram que o estresse havia afetado sua capacidade de escovar os dentes e usar fio dental. Além disso, o hormônio cortisol, que está presente no estresse, acumula-se em níveis crescentes e pode levar à doença periodontal.

O estresse pode afetar a saúde das pessoas, causando os seguintes problemas bucais:

– Surgimento de aftas – Aftas são pequenas feridas na boca causadas por vírus, bactéria e deficiência do sistema imunológico.
– ATM/Bruxismo – As pessoas sob estresse podem ter problemas que afetam a articulação temporomandibular, assim como o ranger e apertar os dentes durante o dia ou quando dormem.
– Boca seca – O estresse pode afetar o nível de salivação. Certos medicamentos podem ter influência sobre o fluxo salivar. 
– Gengivite – Vários estudos mostram que o estresse pode afetar a capacidade de a pessoa realizar uma boa higiene bucal.

Estes são alguns dos problemas que podem ocorrer quando o estresse está presente. Consulte seu dentista, se estiver passando por qualquer um deles. Tente aliviar o estresse ingerindo uma dieta nutritiva, dormindo o número de horas necessário à noite e exercitando-se para reduzir a ansiedade e a tensão decorrentes do estresse.

Dente quebrado: como cuidar do trauma dentário de uma criança?

Dente quebrado: como cuidar do trauma dentário de uma criança?

Os traumatismos dentários são lesões traumáticas que envolvem os dentes, o osso que os sustentam, os tecidos gengivais e os tecidos moles (lábios, língua e bochechas).

Essas lesões podem ser desde uma simples fratura do esmalte dentário até a perda definitiva de um dente inteiro com sua raiz (avulsão dentária). Esses traumas ocorrem muito em crianças em idade escolar e em fase de desenvolvimento e, portanto podem afetar tanto a dentição de leite (decídua) quanto a mista e permanente. Os tipos de lesões podem ser:

  • Fratura de esmalte ou esmalte e dentina: ocorrem na coroa dos dentes e o tratamento pode ser feito com a colagem do fragmento ou com a reconstrução dental em resina
  • Fratura entre a coroa e raiz: ocorre mobilidade dentária e pode haver a necessidade de tratamento endodôntico ou até extração dental
  • Concussão: é um trauma de intensidade leve e não altera posição dentária, podendo provocar uma sensibilidade ao toque e deve ser acompanhada regularmente
  • Subluxação: é um trauma de intensidade moderada, que causa mobilidade dentária sem alteração de posição do dente afetado
  • Luxação: o dente sofre deslocamento da sua posição na arcada de acordo com o sentido do trauma, podendo haver mobilidade e sangramento dos tecidos que sustentam o dente. O tratamento vai variar de acordo com o tipo e sentido da luxação, podendo ser o reposicionamento dentário, tratamento endodôntico ou até mesmo extração dentaria
  • Avulsão: o dente é deslocado totalmente para fora do osso que o envolve. Tem diferentes condutas sendo um dente permanente ou de leite.

Ocorrendo a avulsão de um dente permanente, o reimplante dentário pode ser feito. Sem tocar na raiz, resíduos devem ser removidos do dente com soro fisiológico ou leite sem esfregar e o dente pode ser suavemente reposicionado. Deve-se procurar um atendimento odontológico o mais rápido possível. Não sendo possível o reposicionamento, é importante manter o dente em um frasco com leite até o atendimento odontológico, que deve ser feito em até 45 minutos após o trauma, para que se possa ter sucesso no procedimento.

Em casos de avulsão de dentes de leite, é contraindicado fazer o reimplante dentário, pois pode afetar de maneira indesejável o dente permanente sucessor.

Como agir nas situações de trauma

A maior incidência de traumas em dentes de leite ocorre na fase em que a criança começa a andar, época em que ela está mais curiosa e inquieta, querendo explorar o ambiente e com pouca coordenação motora para evitar quedas e promover autoproteção. Nas dentições mista e permanente, que ocorre na faixa etária compreendida entre os seis e onze de idade, é a que merece maior atenção.

Dentre as principais causas para esses traumatismos podemos citar quedas, colisões, acidentes de automóveis, acidentes em esportes, traumatismos com maus tratos e violência.

Situações de emergência que envolvem os dentes e a face frequentemente se tornam experiências dramáticas para os pais e para as crianças, por isso é importante estar preparado e calmo para ter a atitude correta numa situação como essa.

Quando existe um corte ou sangramento, primeiramente deve-se pressionar o ferimento com uma gaze ou pano limpo para que o sangramento seja controlado. Se houve uma fratura de parte do dente, o fragmento deve ser coletado para ser levado ao dentista. Procure um atendimento odontológico o mais rápido possível.

Mesmo os dentes traumatizados que não sofreram nenhum tipo de fratura podem ter sido afetados através de trincas invisíveis a olho nu e podem ter sua vitalidade comprometida e estes também necessitam de acompanhando de um profissional.

Nos dentes de leite, um traumatismo que cause uma luxação dentária pode aparentar algo simples, mas nunca deve ser negligenciado. Pela proximidade de suas raízes com os germes dos dentes permanentes, podem causar grandes complicações na futura dentição, que vão desde uma simples mancha no dente permanente até sua completa deformação ou desvio do corredor de erupção. Portanto é imprescindível uma avaliação clínica e radiográfica e acompanhamento de um profissional em qualquer situação de trauma na região dos dentes.

Se o tratamento odontológico não for feito adequadamente após o traumatismo dentário, as consequências podem ser alteração de cor, mobilidade, alteração de posição na arcada dentária, dor, sensibilidade, reabsorções radiculares ou óssea, necrose e perda do elemento dental. Por ocorrer principalmente nos dentes anteriores, tudo isso pode acarretar em problemas psicológicos e baixa autoestima das crianças, virar alvo de piadas, principalmente pela ausência do elemento dentário.

Tratamento no consultório

O tratamento escolhido para os dentes traumatizados vão variar de acordo com o tipo e a severidade do impacto, a maturidade dentária, o tempo desde que o ocorreu o trauma até o momento do atendimento e se houve ou não fratura do osso que envolve o dente. As indicações de tratamento podem ser acompanhamento clinico e radiográfico, colagem do fragmento, reconstrução dentaria em resina ou outros materiais, podendo haver ou não a necessidade de um tratamento endodôntico (tratar o canal do dente).

O dentista deve ser sempre consultado para que possa avaliar a extensão dos danos e orientar os pais sobre as condutas futuras e os cuidados a serem tomados. É comum que ocorra a mudança de cor de um dente traumatizado após alguns dias e isto pode estar associado ou não a perda de vitalidade dentária e haver a necessidade de um tratamento endodôntico.

Algumas más oclusões (alterações no formato das arcadas e nos encaixes dos dentes) são fatores que podem aumentar o risco de traumatismos dentários, como por exemplo em crianças com respiração bucal e hábito de sucção de dedos e chupetas. Isso faz com que os dentes superiores sejam projetados anteriormente e se tornem alvos de traumas mais facilmente, portanto a má oclusão deve ser tratada precocemente.

Prevenção dos traumas dentários

É importante que haja uma prevenção dos traumatismos dentais através de medidas de segurança onde pode ocorrer algum tipo de acidente. Os pais devem sempre estar atentos com os movimentos das crianças, evitar objetos que possam causar perigo e brincadeiras violentas. Durante a prática de esportes, recomenda-se utilizar protetores bucais, que são placas intraorais confeccionadas pelo cirurgião-dentista que auxiliam na dissipação das forças dos impactos.

São importantes programas de prevenção para esclarecer pais, professores e cuidadores no que diz respeito ao auxílio imediato nesses tipos de acidentes e a necessidades de atendimento e acompanhamento a fim de diminuir os casos de insucessos nos tratamentos de dentes traumatizados.

O traumatismo dentário é um problema grave, devendo, portanto ser considerado uma situação de urgência e requer atendimento rápido e especializado.

Fio dental, importante na gravidez

Fio dental, obrigatório na gravidez

Acredite: o futuro mais imediato do bebê depende de que a mãe seja uma adepta do fio dental, da escova e das visitas ao dentista. E sabe o porquê? Estudos já associam uma saúde bucal deficitária a um maior risco de parto prematuro. Para começo de conversa, as alterações hormonais típicas da gravidez já deixam a gengiva mais vulnerável. Se uma gengivite — ou sua evolução, a periodontite — conquista espaço, a repercussão está longe de ficar restrita ao sorriso da gestante. O bebê pode nascer antes da hora e abaixo do peso, o que é capaz de acarretar problemas de saúde no curto e no médio prazo. Segundo um trabalho do Instituto de Ciências Médicas Pravara, na Índia, isso acontece porque moléculas inflamatórias e algumas toxinas liberadas pelas bactérias por trás da gengivite e da periodontite viajam da boca rumo à placenta. Para não prejudicar o bebê, o corpo da grávida entende que é melhor antecipar sua saída. Por isso, as gestantes com esses problemas bucais tendem a apresentar dilatação antes da hora. Esse dado, aliás, só reforça a importância de incluir as idas ao dentista no pré-natal. E usar o fio dental sempre. Afinal, ele é uma arma e tanto para controlar a placa bacteriana por trás das inflamações na gengiva e vizinhança.

Gargarejos e saúde bucal

Gargarejos e saúde bucal

A função do gargarejo com enxaguatório é quase sempre a mesma: combater a formação da placa bacteriana, a principal responsável pelas doenças bucais como a cárie e a gengivite. Na prática, a maior parte das pessoas adquirem o produto sem saber se é o tipo certo para o seu caso e desconhecendo os riscos.

De acordo com pesquisadores, há evidências de que enxaguatórios bucais com álcool contribuem para aumentar a taxa de câncer oral. O álcool presente nos enxaguantes contribui, principalmente quando utilizados diariamente, para o aumento das taxas de câncer oral de forma similar às bebidas alcoólicas. Sabe-se que o álcool é o segundo fator agravante para o câncer bucal, depois do tabagismo.

Gargarejos podem ser bons para evitar mau hálito?
O gargarejo com enxaguatórios ajudam a diminuir a quantidade de bactérias presentes na boca e consequentemente auxiliam para evitar o mau hálito. Porém eles não substituem a escovação e o uso do fio dental.

Gargarejo deve ser feito com água ou com enxaguante bucal?
Tanto faz, porém com enxaguante bucal é mais eficaz. O gargarejo com água pode auxiliar restabelecendo o pH normal da boca, enquanto que o enxaguante, além dessa função possui outras auxiliares na higiene bucal.

Por que gargarejos aliviam a dor de garganta?
Alguns gargarejos feitos com agentes bactericidas e anti-inflamatórios agem diretamente na garganta removendo algumas bactérias e consequentemente aliviando a dor.

Quais as outras vantagens ou desvantagens dos gargarejos?
Enxaguatórios são uma ferramenta importante na higiene bucal, mas o uso indiscriminado dos produtos pode provocar de irritações na boca até manchas nos dentes e, em casos mais graves, a perda temporária da gustação – ou seja, a capacidade de sentir os diferentes gostos.

Dependendo da fórmula, alguns enxaguatórios só podem ser usados com indicação médica. Escolher um enxaguatório bucal não é uma tarefa fácil, pois existem nas prateleiras das lojas inúmeras opções. Por isso é importante consultar um profissional, que vai indicar o melhor produto para o seu caso.